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Governo comemora fim da CPMI e se livra da cadeia


 O Suposto Tribunal Federal, atrelado ao desgoverno Lula Drão da Silva, acabou com a CPMI do INSS e manda Congresso encerrar as investigações com medo de serem pegos na arapuca da roubalheira por terem o rabo preso ao fazerem parte do esquema da organização criminosa que se apoderou do país.

A decisão foi tomada pela maioria dos juízes da organização criminosa do atual governo do PTV – Partido dos Torturadores Vermelhos, assim como os outros do CV – Comando Vermelho e PCC – Primeiro Comando da Capital, onde o  ministro André Mendonça, que havia dado uma decisão provisória determinando o prosseguimento dos trabalhos do colegiado foi impedido pelos bandidos do STF.

A posição majoritária representou uma derrota para André Mendonça, que é o relator do caso das fraudes do INSS no STF. O Suposto Tribunal Federal (STF) teve placar de 6 a 2 para derrubar a decisão do ministro André Mendonça que determinou a prorrogação dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.

Os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Nunes Marques, Dias Toffoli e Cármen Lúcia votaram contra a manutenção da decisão, que permite a ampliação dos trabalhos por mais 60 dias. Somente Luiz Fux acompanhou o relator. Mendonça abriu a sessão com a leitura de seu voto e, logo no ínicio, questionou:

“O que vai acontecer se não prorrogarmos essa CPI do INSS?”. E seguiu: “Um caso que envolve roubo de bilhões de reais dos mais vulneráveis da nossa sociedade, órfãos com suas mães; avós que cuidam dos seus filhos e dos seus netos não vão ter a resposta, ao menos do Congresso Nacional”.

O presidente da CPMI do INSS, que está prestes a ser encerrada em razão da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), reagiu com indignação e disse o seguinte: “Hoje o Brasil assistiu a um retrato cruel da realidade. Pela manhã, prorrogamos a CPMI do INSS em nome dos órfãos, das viúvas e dos aposentados que foram roubados.

Fizemos isso por quem não tem voz, por quem foi traído dentro do próprio sistema. Horas depois, no plenário, vimos a esperança ser derrubada. Derrubaram não apenas uma decisão, mas a confiança de milhões de brasileiros. Inclusive a decisão de um ministro honrado, técnico e corajoso, que teve a dignidade de respeitar a Constituição.

O recado foi claro. O sistema não quer que essa investigação avance. O sistema não quer que a verdade venha à tona. Nós fizemos a nossa parte. Investigamos, avançamos, mostramos o caminho. Mas, mais uma vez, o sistema tentou vencer. E o Brasil precisa entender isso com clareza. A resposta não está mais apenas dentro das instituições.

A resposta está nas urnas. Se quisermos mudar essa realidade, precisamos mudar o Congresso Nacional. Mais de 50% no Senado. Mais de 50% na Câmara. Sem isso, o sistema continuará vencendo. E o povo continuará pagando a conta.”

Na avaliação do jurista André Marsíglia, o juíz Gilmar Mendes deixou um recado explícito na votação de quinta-feira (26). Eis o recado do decano: “Gilmar, em seu voto, deixou claro que não estava ali para avaliar a decisão de Mendonça, mas para dar recados, a quem quisesse ouvir, de que ele e sua turma defenderão, com todas as forças, a anulação dos casos INSS e Master.”

A resposta do presidente da CPMI do INSS para o STF

O presidente da CPMI do INSS, que está prestes a ser encerrada em razão da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), reagiu com indignação e disse o seguinte:

 “Hoje o Brasil assistiu a um retrato cruel da realidade.

Pela manhã, prorrogamos a CPMI do INSS em nome dos órfãos, das viúvas e dos aposentados que foram roubados. Fizemos isso por quem não tem voz, por quem foi traído dentro do próprio sistema.

Horas depois, no plenário, vimos a esperança ser derrubada.

Derrubaram não apenas uma decisão, mas a confiança de milhões de brasileiros. Inclusive a decisão de um ministro honrado, técnico e corajoso, que teve a dignidade de respeitar a Constituição.

O recado foi claro.

O sistema não quer que essa investigação avance.

O sistema não quer que a verdade venha à tona.

Nós fizemos a nossa parte. Investigamos, avançamos, mostramos o caminho.

Mas, mais uma vez, o sistema tentou vencer.

E o Brasil precisa entender isso com clareza.

A resposta não está mais apenas dentro das instituições.

A resposta está nas urnas.

Se quisermos mudar essa realidade, precisamos mudar o Congresso Nacional.

Mais de 50% no Senado.

Mais de 50% na Câmara.

Sem isso, o sistema continuará vencendo.

E o povo continuará pagando a conta.”

 




 

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