Só Deus, como técnico da seleção brasileira de futebol, e Jesus como preparador físico, poderão trazer de volta os bons momentos do selecionado que encantou o mundo nas 5 vezes como o melhor do planeta. Esse tal de Carlo Ancelotti, não passa de um cagão como os demais técnicos ao redor do mundo.
Foi só a primeira derrota do “timeco” brasileiro desde a chegada de Ancelotti, mas o revés de terça-feira (9), contra a Bolívia, a mais de 4 mil metros de altitude, garante uma marca extremamente negativa: a pior campanha da história do Brasil nas eliminatórias para a Copa do Mundo.
A campanha encerrada na noite de ontem,deixou a seleção da CBF com apenas 28 pontos, em quinto lugar no qualificatório para o Mundial. Acima do Brasil, ficaram Argentina (líder disparada com 38), Equador (29), Uruguai e Colômbia (ambas com 28, mas com saldo de gols superior). O Paraguai também se garantiu no torneio em 2026.
Até a derrota para os bolivianos, a pior eliminatória da história da seleção brasileira era a disputada entre 2000 e 2001, valendo vaga para a Copa no Japão e na Coreia do Sul. Na ocasião, o Brasil fechou a campanha com 30 pontos e só garantiu vaga na última rodada, ao vencer a Venezuela, em São Luís, por 3 a 0.
As semelhanças entre as duas seleções vão além dos resultados. No ciclo pré-2002, a seleção também teve três técnicos (Vanderlei Luxemburgo, Emerson Leão e Luiz Felipe Scolari), rodou diversos jogadores e conviveu com críticas pesadas por resultados ruins, como por exemplo uma derrota por 3 a 0 para o Chile, além de reveses para Equador, Paraguai e Bolívia fora de casa.
A atual seleção iniciou as eliminatórias com Fernando Diniz, ainda interino, e depois passou pelas mãos de Dorival Júnior. Em comum, além do trabalho curto, o fato de ambos terem sido demitidos após perder para a Argentina. Ancelotti assumiu para os quatro jogos finais e conseguiu duas vitórias, um empate e uma derrota.
Os supersticiosos, porém, podem se apegar ao fato de que, após a campanha péssima em 2002, o Brasil evoluiu e garantiu o pentacampeonato mundial, vencendo todos os sete jogos na Copa sob comando de Felipão. Agora, caberá a Carlo Ancelotti tentar o sexto título da seleção, que completará 24 anos sem erguer o caneco mais cobiçado do planeta. E isso será humanamente impossível.