No primeiro dia de audiência 12 testemunhas da morte de cabo do Bope são ouvidas
Maria Ocionira Barbosa de Sousa e o cabo Claudemir

Nesta segunda-feira (12) foram ouvidas 12 testemunhas na audiência que trata da morte do cabo Claudemir Sousa, do Batalhão de Operações Especiais (Bope). A vítima foi assassinada no dia 6 de dezembro do ano passado quando saía da academia na Zona Sul de Teresina. A namorada do cabo é apontada pela polícia como coautora do homicídio.

A audiência mediada pelo juiz Antônio Noleto ocorreu na 1ª Vara do Tribunal do Júri e teve uma pausa no final da tarde, devendo reiniciar nessa terça-feira (13). Ao todo, 51 testemunhas de acusação e defesa serão ouvidas, entre elas três policiais que atenderam a ocorrência.

Sob forte comoção os familiares do policial assassinado acompanharam a audiência e uma irmã da vítima que preferiu não se identificar disse que todos tem que conviver com a dor e o medo. “Todos eles sabem da nossa rotina, para onde a gente vai e aonde a gente mora. Então a gente convive com o medo real, como se a qualquer momento fosse acontecer o que aconteceu”, disse a irmã.

Crime passional

Conforme a polícia, o mandante do crime é um funcionário da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que ofereceu o valor de R$ 20 mil pela execução. As informações prestadas pela ex do rapaz reforçam a tese de crime passional.

A investigação da Polícia Civil e Ministério Público apontam que os acusados Leonardo Ferreira Lima e Maria Ocionira Barbosa de Sousa encomendaram a morte da vítima. Os suspeitos mantinham um relacionamento amoroso e eram parceiros em supostas fraudes ao INSS.

A peça do MP defende que, temendo que a reaproximação prejudicasse sua relação amorosa e financeira, os acusados planejaram o homicídio e ofereceram R$ 20 mil aos executores. A negociação foi intermediada pelo acusado José Roberto Leal da Silva, conhecido como Beto Jamaica, que contratou Weslley Marlon Silva, Francisco Luan de Sena e Igor Andrade de Sousa para a execução.

A denúncia aponta ainda Thaís Monait Neris de Oliveira, que serviu de 'olheira' para avisar quando a vítima saísse da academia.

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