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Mercado da Piçarra é comparado a presídio

Permissíonários estão cobrando o fim das obras(Crédito: José Alves Filho)

O setor de alimentação do Mercado da Piçarra, que foi transferido há quase dois anos para um prédio em frente, é comparado pelas permissionárias à Casa de Custódia de Teresina. A comparação se dar em função da péssima estrutura e sujeira que o prédio apresenta. A obra do mercado que era para ser concluída em três meses, se arrasta por quase dois anos, causando grandes prejuízos para quem depende das vendas para sobreviver.

De acordo com a permissionária Juliana Rodrigues, o grupo de cozinheiras foi enganado, pois a promessa que antes era de três meses para ficar no local improvisado, já chega aos dois anos. “Essa demora que temos em voltar para o nosso local só nos complica ainda mais, pois a estrutura aqui onde estamos cada dia fica pior, sem contar a falta de higienização, resultando na queda das vendas”, relata.

“As vendas tiveram uma queda significativa, acarretada pelas condições mínimas que esse local não possui. Já ouvimos de clientes que esse setor de alimentação é pior do que a ‘Casa de Custódia’, isso porque não tem ventilação, os banheiros não funcionam, muitos insetos e principalmente o mau cheiro causado pelas fezes de gato e até mesmo humano”, conta a cozinheira.

A estrutura apresenta rachaduras nas paredes, não possui ventiladores ou janelas que permitam a ventilação, além de um sistema elétrico que oferece um risco constante. “Semana passada tivemos um curto circuito aqui dentro, queimando alguns eletros e os poucos ventiladores que restavam”, conta Juliana. “Aqui corremos até risco de vida, porque até a energia está na base de gambiarra”, complementa Juliana, dizendo ter medo de explosões, já que ali existem muitos botijões de gás.

 

 (Crédito: José Alves Filho)

“Nos jogaram em um local onde não é adequado para vender alimentos. Recebemos constantes reclamações dos clientes, mas nada podemos fazer, senão uma limpeza no pequeno espaço que cada um ocupa, o que ainda assim não é suficiente para deixar as pessoas fora do risco de bactérias”, afirma a permissionária.

Banheiros estão interditados

Os banheiros também estão entre as principais reclamações de quem trabalha no Mercado. Segundo Juliana, eles não funcionam, estão interditados com pias escoradas nas portas, levam pessoas que são clientes e os que ali trabalham a fazerem suas necessidades fisiológicas em um corredor ao lado, o que termina por levar contaminações bacterianas para o ambiente interno da praça de alimentação.

Natália Rocha, que também é uma das permissionárias, ressalta que, além da falta de higiene do local por não puder usar o banheiro, a falta de água depois das 10 h da manhã faz com que muitas cruzem os braços e fiquem impossibilitadas de trabalhar. “Aqui são reclamações e reclamações que recebemos dos clientes, quando aparecem. Tudo causado devido o prédio ser muito antigo“, pontuou ela.

 (Crédito: José Alves Filho)

Para Natália, a situação da demora na entrega do mercado já passou de todos os limites. “A expectativa da entrega do Mercado da Piçarra é grande, porém as esperanças diminuem quanto à data de entrega que nunca cumprem”, finaliza a permissionária.

O Superintendente da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (SDU -SUL), Paulo Lopes, foi procurado pela equipe do Jornal Meio Norte, mas não se manifestou.

Fonte: Portal O Dia




 







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