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PDT lança pré-candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República

O ex-governador do Ceará Ciro Gomes (centro), pré-candidato do PDT à Presidência da República (Foto: Gustavo Garcia/G1)

O PDT lançou nesta quinta-feira (8) em Brasília a pré-candidatura do ex-governador do Ceará Ciro Gomes à Presidência da República.

O anúncio foi feito em entrevista à imprensa após reunião da Executiva Nacional do partido. No mesmo ato, o PDT lançou a pré-candidatura de Joe Valle ao governo do Distrito Federal.

Apesar de o lançamento ter acontecido nesta quinta, Ciro já era tratado como pré-candidato do PDT desde 2015, quando se filiou à legenda.

Outros partidos também têm anunciado os pré-candidatos ao Palácio do Planalto.

Mais cedo, nesta quinta, o DEM lançou o nome de Rodrigo Maia (RJ), presidente da Câmara dos Deputados. Em janeiro,o PT lançou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pré-candidato do partido à Presidência.

Carreira política

Se a candidatura de Ciro Gomes for confirmada, a eleição presidencial de 2018 será a terceira tentativa do político de chegar ao Palácio do Planalto.

Ciro concorreu nas eleições de 1998 e de 2002, mas jamais chegou ao segundo turno.

Atual vice-presidente do PDT, Ciro Gomes foi ministro da Fazenda entre setembro de 1994 e janeiro de 1995, período final do governo Itamar Franco e início do governo Fernando Henrique Cardoso.

Advogado, Ciro também foi ministro da Integração Nacional, entre janeiro de 2003 e março de 2006, no primeiro mandato de Lula.

Ex-governador do Ceará e ex-prefeito de Fortaleza, Ciro Gomes já foi deputado federal e está no sétimo partido desde que entrou para a política (também foi filiado a PDS, PMDB, PSDB, PPS, PSB e PROS).

Polêmicas

Ciro Gomes acumula algumas polêmicas em sua trajetória política.

Em 2002, por exemplo, quando concorreu à Presidência, disse que a então esposa, a atriz Patrícia Pillar, tinha um dos papéis mais "importantes", que era "dormir" com ele.

Depois do episódio, Ciro pediu desculpas publicamente. "Peço desculpas, não pela brincadeira que estávamos a fazer, mas que ela esteja vendo de perto o que é a imundície da política", afirmou o político à época.

Em outra ocasião, Ciro afirmou que, se o juiz federal Sérgio Moro tentasse prendê-lo, receberia a "turma" do juiz "na bala".

Ele também já fez várias críticas a políticos adversários. O ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – hoje preso pela Lava Jato – por exemplo, foi chamado por ciro de "maior vagabundo de todos".

Além disso, Ciro chamou o presidente Michel Temer de "capitão do golpe", ao se referir ao impeachment de Dilma Rousseff.




 







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