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Começam a aparecer os podres no governo Wellington Dias

Deputado dono do "laranjal" e a doce laranja, Tamires

Os podres da campanha eleitoral 2018 no Piauí começam a aparecer. Os velhos caciques da política não perdem a chance de mostrar astúcia ao produzir pérolas de traquinagem e muita roubalheira.

Uma candidata do PR no Piauí apareceu na lista feita pela reportagem da Folha de São Paulo, que cruzou dados da Justiça Eleitoral na tentativa de identificar "potenciais laranjas" usados pelos partidos na campanha de 2018, a fim de receber recursos do Fundo Eleitoral.

Tamires Vasconcelos concorreu a uma vaga na Assembleia Legislativa. Para a campanha, recebeu R$ 370 mil do fundo, e de acordo com a sua prestação de contas, usou quase a totalidade dos recursos. "Saiu das urnas com 44 votos - cada voto custou em média R$ 9.000", destaca Folha.

Atendente do Detran de Regeneração (PI), terra do deputado Fábio Xavier, onde ele manda e desmanda, é possível ver que a candidata sequer fez campanha nas redes sociais. "Enquanto os demais candidatos pediam votos, ela anunciava promoções de jarras e garrafas plásticas [da Tupperware] em suas redes", traz a reportagem.

No Piauí, o PR é presidido pelo deputado estadual Fábio Xavier (PR), que foi o mais votado no município de Tamires, Regeneração, saindo das urnas com 2.300 votos.

Foi reeleito.

Ao todo, Folha localizou 53 candidatos - 49 eram mulheres - que receberam mais de R$ 100 mil para financiar as suas campanhas, mas não receberam sequer 1 mil votos. Pertencem a 14 partidos diferentes, com predomínio do Pros, PRB, PR, PSD e MDB.

Caso do PSL

Situação que reforça a suspeita de que os candidatos estariam sendo usados apenas como laranjas, assim como foi apontado no caso do PSL, em que a candidata Lourdes Paixão, de Pernambuco, recebeu R$ 400 mil para a campanha e obteve apenas 274 votos. Na época, o responsável pelo envio dos recursos aos candidatos era Gustavo Bebianno, hoje ministro da Secretaria-Geral da Presidência.

O caso, denunciado por Folha de São Paulo, está sendo investigado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Eleitoral. É muito roubo!




 







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