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Pacientes saem da cirurgia à pé por falta de elevador

É aqui que os pacientes sofrem mais do que a doença

O governo do Piauí está acabando com o que ainda resiste ao descaso administrativo, como é o caso do maior hospital público de excelência, o HGV – Hospital Getúlio Vargas, que nem mais o elevador para atender os pacientes que entram e saem do centro cirúrgico está funcionando.

O sofrimento é de fazer chorar os mais insensíveis trogloditas que assistem à “Via Crucis” nos corredores do hospital. Os elevadores que dão acesso às enfermarias do 1º e 2º andares do Hospital Getúlio Vargas tiveram problemas e ficaram sem funcionar por toda a semana dos últimos dias de abril de 2019.

Um vídeo, feito por um funcionário do hospital e enviado ao Jornal da Cidade, mostra profissionais tendo que carregar um paciente pelas escadas. Segundo funcionários do hospital, o problema nos elevadores é frequente, mas em geral não atinge todos os equipamentos. Ao todo, seriam quatro no hospital e funcionários afirmam que três apresentaram problemas, mas a assessoria de comunicação confirmou o problema em dois deles.

MAIS PROBLEMAS

Para completar o descaso, cerca de dez cirurgias foram canceladas por falta de material esterilizado no Hospital Getúlio Vargas (HGV), em Teresina, na terça-feira (26), de acordo com pacientes.

ASSISTA AO VÍDEO DO SOFRIMENTO

Procurada, a Fundação Hospitalar do Estado (Fepiserh), que administra o HGV, informou por nota que a Autoclave, equipamento que esteriliza os instrumentais cirúrgicos, apresentou defeito, mas o conserto foi providenciado e as cirurgias serão realizadas.

Por fim, o Conselho Nacional de Residência Médica (CNRM), órgão ligado ao Ministério da Educação, determinou o encerramento do programa de residência existentes no Hospital Getúlio Vargas (HGV), por conta de atrasos nos pagamentos das bolsas de 28 alunos residentes.

O pagamento das bolsas é de responsabilidade do Governo do Piauí. São dez programas de residência realizados no HGV, que atendem diversas áreas, como otorrinolaringologia, ortopedia e nefrologia. Os alunos trabalham 60 horas semanais com uma bolsa no valor de R$ 3 mil. No total, são cerca de R$ 110 mil destinados mensalmente para os residentes através da Universidade Estadual do Piauí (UESPI).

 

 




 







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