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Reforma da Previdência vai massacrar os pobres

Corra antes que o bicho o pegue

A tão propalada reforma da previdência, há muito tempo na pauta do governo para aprovação no Congresso Nacional, vai ser uma das mais polêmicas questões de interesse nacional devido às suas questões absurdas que prejudicam única e exclusivamente a população pobre do país.

Já tramitando nas comissões da Câmara, a principal medida é a fixação de uma idade mínima para se aposentar: 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. A ideia é que a mudança vigore a partir de 2031, quando termina o chamado “período de transição”.

No sistema atual, de repartição, brasileiros podem requerer a aposentadoria baseados em dois fatos: por idade ou por tempo de serviço. Para homens, há uma exigência de 35 anos de tempo de serviço (exceto para algumas profissões, como professores e políticos eleitos).

Assim, um homem que começa a trabalhar aos 18 e se mantém empregado e contribuindo continuamente por 35 anos pode se aposentar aos 53 anos. Na prática, no entanto, a maior parte dos brasileiros não consegue acumular 35 anos de contribuição para a Previdência, pois passa longos períodos desempregada ou trabalhando informalmente, sem contribuir.

Isso significa que, na prática, apenas os brasileiros mais afortunados, isto é, a classe média e os mais ricos, se beneficiam da aposentadoria por tempo de serviço.

OUÇA O QUE DIZ A OPOSIÇÃO

Atualmente, a imensa maioria de brasileiros que é pobre já tem que esperar pela idade mínima de 65 anos para se aposentar. Ou seja, nada mudará para essa população. A reforma da Previdência proposta pelo governo é, portanto, pró-pobre, pois está pedindo sacrifícios dos brasileiros bem-afortunados.

Para os pobres, que passam boa parte da vida adulta em trabalhos informais ou sem trabalho, nada muda. Vão continuar se aposentando por idade como antes.

Mas se a reforma da Previdência pouco muda as aposentadorias dos pobres, ela traz outras vantagens para a imensa maioria dos brasileiros. A reforma vai reduzir o crescimento dos gastos com Previdência, que fluem prioritariamente para os mais ricos, permitindo que o Estado gaste mais em outros programas que beneficiam a população em geral.

Sem a reforma da Previdência, é impossível que os gastos do Estado com educação, saúde ou segurança aumentem substancialmente. As projeções mostram que os gastos com aposentadoria vão ocupar todo orçamento.

O que queremos? Um país que pode escolher suas prioridades, sejam de educação e saúde, sejam outros programas de governo, ou um país condenado a pagar para a classe média e os ricos aposentadorias muito mais altas que as dos pobres, limitados a serviços públicos que pioram a cada dia?

Se você for a favor de escolas públicas com recursos, hospitais com médicos, córregos canalizados e polícia na rua, deve ser a favor da reforma da Previdência.

 

 

 

 




 







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