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Ciro diz que governador o mandou para a oposição

Agora é só lavagem de roupa suja

"O governador unilateralmente me colocou na oposição", escreveu o senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas, ao externar preocupação de que o rompimento com o Partido dos Trabalhadores, anunciado na semana passada, possa atrapalhar o estado.

O senador destacou que fará oposição a Wellington Dias, "não ao Piauí". Mas os experts de plantão acham que Ciro Nogueira teve o que mereceu, pois acende uma vela a Deus e outra ao diabo na política do Estado.

Diagnosticado com a covid-19, o senador Ciro Nogueira teceu duras críticas ao governador Wellington Dias nesta segunda-feira (10). A parceria política entre os dois terminou na semana passada. O parlamentar chegou a dizer que o atual governo não começou ainda e que a gestão petista não fez uma obra.

“O atual governo parece que não começou ainda. É um governo que não tem obra em lugar nenhum, não tem nada. O que foi feito? Eu sempre cobrei para enxugar a máquina. A população quer gestão”, disse Ciro.

Ao contrário do governo, o parlamentar disse que tem o que o mostrar e descarta, de uma vez por todas, subir em um mesmo palanque com Wellington Dias.

“Fazer campanha ao lado do governador está descartado de qualquer forma, mas podemos apoiar o mesmo candidato. Esse projeto político (Do PT) nós vamos botar a prova em 2022. Mas ainda está longe. Temos as eleições municipais antes. Em 2022 vocês verão quem estará comigo”, afirmou.

Ciro ressaltou que avisou desde o início do inchaço na máquina administrativa, que chegou a protocolar um documento pedindo a redução de cargos e secretarias, mas não foi atendido.

“Estou muito mais preocupado com a gestão pública, com o inchaço do estado, digo isso desde o primeiro dia. É um estado sem capacidade de investimento. É um estado que se comemora pagar o salário em dia, sendo que isso é uma obrigação. Me cite uma obra do governo do estado que não seja com recurso do governo federal? É zero”, criticou, ressaltando sua atuação em Brasília.

“Eu tenho o que mostrar. Tenho obras e investimentos em todos os 224 municípios. O governador no meio de pandemia chamando suplente. Isso me constrange, mas agora estou livre para falar o que eu quero”, declarou.

O senador disse ainda que não se incomodou com a decisão de alguns deputados do Progressistas de permanecer na base do governador, mesmo com o rompimento político como PT.

“Os Progressistas elegeram o governador Wellington Dias. Esses partidos, prefeitos, precisam do apoio do governo do estado. Eu seria muito pequeno se exigisse que os prefeitos e deputados deixassem de ajudar seus municípios por uma decisão pessoal que não foi minha. Eu não vou entrar nessa de oposição, de tenta barrar as coisas. Não é do meu perfil”, finalizou.

 

 




 







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