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Rio de Janeiro: paraíso de bandidos e ladrões a céu aberto



10/09/2020

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil do RJ fizeram buscas na manhã desta quinta-feira (10) na Prefeitura do Rio, na casa do prefeito, Marcelo Crivella (Republicanos), e no Palácio da Cidade, onde ele despacha. Agentes apreenderam um telefone celular do prefeito.

A ação desta quinta é um desdobramento da Operação Hades, de março deste ano, que investiga um suposto 'QG da Propina' na Prefeitura do Rio.

Segundo as investigações, empresas que tinham interesse em fechar contratos ou tinham dinheiro para receber do município entregariam cheques a Rafael Alves, irmão de Marcelo Alves -- então presidente da Riotur.

Em troca, Rafael facilitaria a assinatura dos contratos e o pagamento das dívidas. O advogado de Crivella esteve no apartamento dele e disse que o prefeito estava "tranquilo", mas não quis gravar entrevista.

Agentes cumprem mandado de busca no Palácio da Cidade, em Botafogo — Foto: Reprodução/TV Globo

Resumo

São 22 mandados de busca e apreensão;

  • Não há mandados de prisão;
  • As investigações, iniciadas no ano passado, partiram da colaboração premiada do doleiro Sérgio Mizrahy, preso pela Operação Câmbio, Desligo.

São alvos de busca:

  1. Marcelo Crivella,que teve o celular apreendido;
  2. Mauro Macedo,ex-tesoureiro de Crivella;
  3. Rafael Alves,empresário apontado como operador do esquema de pagamento de propina;
  4. Eduardo Benedito Lopes,ex-senador, suplente de Crivella.

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), durante coletiva de imprensa realizada no Palácio da Cidade, na zona sul, sobre a votação de seu impeachment que ocorreu na Câmara Municipal. A Casa rejeitou, por 25 votos a 23, a abertura do processo contra Crivella, que é pré-candidato à reeleição.

Equipes cumprem mandados no prédio de Crivella e na sede da prefeitura do Rio

Quem são os outros alvos

Eduardo Lopes foi senador do Rio pelo Republicanos, ao herdar o cargo de Crivella, e foi secretário de Pecuária, Pesca e Abastecimento de Wilson Witzel.

Mauro Macedo foi tesoureiro da campanha de Crivella ao Senado, em 2008, e foi citado em delação sobre o esquema de propina envolvendo a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do estado, a Fetranspor.

Rafael Alves, irmão do ex-presidente da Riotur Marcelo Alves, é empresário e foi citado em delações como suposto pagador de propina para a prefeitura, embora não tivesse cargo na administração.

 




 







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