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Começa a caça às bruxas contra Donald Trump



A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos – equivalente à Câmara dos Deputados no Brasil – aprovou no o impeachment do presidente Donald Trump. É a segunda vez que os deputados norte-americanos aprovam pedido de impeachment de Trump. Desta vez. por “incitar” o ataque ao Capitólio no último dia 6. O mandatário viu outro processo ser aprovado em 18 dezembro, mas na ocasião o Senado não confirmou a decisão.

Dez deputados do Partido Republicano, de Trump, votaram contra ele.  Liz Cheney, por exemplo, considerada a terceira na hierarquia republicana na Câmara, filha de Dick Cheney, ex-vice-presidente de George W. Bush, apoiou o impeachment. Segundo ela, representante de Wyoming, o presidente “convocou essa multidão, reuniu essa multidão e acendeu a chama desse ataque”. A parlamentar foi além: “Nunca houve uma traição maior por parte de um presidente dos Estados Unidos a seu cargo e seu juramento à Constituição”.

Agora, o processo será encaminhado ao Senado. Porém, não deve haver tempo hábil para a Casa decidir antes de Trump deixar o cargo. O democrata Joe Biden tomará posse no próximo dia 20 e o Senado americano está em recesso. Porém, mesmo assim, se os senadores aprovarem o impeachment, Trump ficará inelegível.

Impeachment no Senado

O líder da maioria no Senado dos EUA, Mitch McConnell, enviou um memorando a todos os senadores republicanos, no qual informa que a Casa só retomará suas atividades em 19 de janeiro. Neste dia ou no dia 20, poderá receber da Câmara dos Deputados o processo de impeachment e, então, iniciar os procedimentos de julgamento. O mandato de Trump expira no dia 20, depois que ele passar o governo para o presidente-eleito Joe Biden..

Por que, então, processar o impeachment de Trump, se ele não estará mais na Casa Branca? Se é que o impeachment vai acontecer, a resposta é: para impedir que ele volte a se candidatar a cargo público. Para isso, os democratas, que terão 50 senadores a partir do dia 20 ou 22 de janeiro, precisarão da adesão de 17 senadores republicanos para excluí-lo da vida pública — o que é possível.

Também é possível que a Câmara dos Deputados aprove os artigos de impeachment de Trump a toque de caixa, se as lideranças do Partido Democrata levarem a ideia em frente. Os comitês da Câmara dispensariam os procedimentos usuais, como apresentar provas, ouvir testemunhas, dar redação final e aprovar os artigos de impeachment, que enviaria diretamente ao plenário para votação. Isso já aconteceu antes.

Uma discussão está em andamento: se o Senado pode, por maioria simples, impedir que Donald Trump volte a concorrer a cargos públicos, se a Casa não considerá-lo culpado das acusações apresentadas nos artigos de impeachment. Se isso for realmente possível, o processo de impeachment já será um sucesso, segundo as lideranças democráticas.

Há um porém nesse cronograma. Joe Biden, que então será o presidente, pode precisar que os senadores adiem o julgamento de Trump. Depois de tomar posse no dia 20, ele enviará ao Senado os nomes de todos seus indicados para seu Gabinete, para aprovação. Cada indicado terá de ser sabatinado e aprovado por comitês do Senado. Enquanto não nomear toda sua equipe, o governo não vai funcionar.

De qualquer forma, se esse processo for em frente na Câmara dos Deputados, Trump irá entrar para história como o único presidente que sofreu dois impeachments.

 




 







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