A maioria dos supermercados do Piauí, principalmente os de Teresina, não têm nenhum espeito por seus clientes, que amargam o dissabor de frequentar um desses estabelecimentos em busca de comprar produtos da sua cesta básica. Sem o menor pudor der superfaturamento, essas espeluncas em formato de venda livre, castigam seus clientes com a desinformação.
São enormes labirintos repletos de funcionários, os quais se tornam mais perdidos do que os clientes, quanto a informação. Primeiro, porque não costumam afixar os preços dos seus produtos de forma visível nas prateleiras. Segundo, não se encontra “um pé de cristão” para dá uma informação eficaz a quem procura competência.

É uma verdadeira pandora se submeter a fazer compras nos supermercados de Teresina. Quando e mostram capazes de muito luxo, a realidade do dia-a-dia é outro muitíssimo diferente. A carestia assola e afasta o consumidor que já não suporta mais o superfaturamento e projeção exacerbada desses estabelecimentos.
Falta critérios e fiscalização por parte do PROCON, que também é omisso e descompromissado com a população mais carente. Enquanto isso, os donos de supermercados seguem soltos e livre para cometer mais abusos na economia. Esse é o Brasil da bola, da seleção, das festas e da sacanagem.