O INSS do Piauí está totalmente abandonado e jogado as traças, baratas e ratos. Do jeito que está, não pode ficar. São funcionários idosos, aposentados e cansados para atender ao público nas demandas exigidas nas salas do órgão. Os servidores que ainda são vistos nas sedes do INSS são apenas os vigilantes.
Quem procura um dos mais variados tipos de atendimento do INSS em Teresina certamente vai encontrar portas fechadas ou o local totalmente abandonado por falta de servidores. Os que ainda restam estão em casa, gamando sem trabalhar, no chamado sistema de “home office”.
Enquanto isso, as portas e corredores do INSS em Teresina e em vários municípios do Piauí se fecham para os segurados e usuários. A superlotação é de assustar até o mais incrédulo mortal. A esculhambação é geral. Ninguém diz nada com coisa nenhuma. Mas os ratos do porão estão lá roendo o dinheiro do segurado, como fizeram recentemente com os aposentados.
E o pior é que os funcionários atônitos ficam empurrando os pobres segurados e necessitados para todos os quadrantes de Teresina, como se fossem mulas errantes e desocupadas. Como prova do esfacelamento do INSS no Brasil, o órgão máster está operando em Recife-PE, e mandou todos os servidores para casa, alegando uma espécie de home office, serviço em casa.
Só o que ainda não se acabou foi o dinheiro do INSS, pois ainda paga milhões de reais para os mais sabidos deste desgoverno. E isso inclui o mais alto escalão ao mais raquítico dos barnabés. Todos são aquinhoados com a dinheirama fácil. E por aí vai-se de ralo abaixo até quando?



Até os vigilantes são unânimes em reconhecer que a fase do INSS e critica