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STJ: corte dos parentes, ministros e seus familiares, diz revista Crusoé



O que deveria ser o poder mais correto de uma nação, o Supremo Tribunal Federal, não passa de um antro de interesses escusos e protecionismo escandaloso, onde seus membros exalam superioridade sem ter.

Filhos, esposas e sobrinhos e amigos de ministros e ex-ministros advogam com frequência na corte que se intitula reserva moral do país quando o exemplo não é verdadeiro.

Há mais de 7.000 processos no STJ em que o advogado da causa é parente de um ministro ou ex-ministro da corte. São filhos, mulheres, sobrinhos e amigos atuando na que deveri8a ser a segunda mais alta corte do país.

Na semana passada, o filho do atual presidente do STJ foi alvo de uma ação da Lava Jato: a suspeita é que ele fez milhões como advogado valendo-se do bom trânsito na corte.

A diligência era parte da Operação E$quema S, que detectou desvios de mais de R$150 milhões do Sistema S por meio de contratos superfaturados da Fecomércio do Rio com escritórios de advocacia.

Em reportagem exclusiva, Crusoé lista alguns dos casos principais de familiares de ministros e ex-ministros que atuam no STJ:

Leia um trecho da reportagem exclusiva:

“O jovem Eduardo Martins é dono de um portentoso escritório de advocacia no Lago Sul, a região mais luxuosa de Brasília, que abriga mansões de políticos e empresários. Na ação de quarta-feira, os investigadores encontraram no endereço da banca 100 mil reais em espécie. O filho do presidente do STJ é acusado de estelionato, corrupção e lavagem de dinheiro.

Segundo a denúncia da Lava Jato no Rio, aceita pela Justiça, ele integra um esquema arquitetado dentro da Fecomércio do Rio pelo advogado Cristiano Zanin, advogado do ex-presidente Lula, que foi contratado por Orlando Diniz, ex-presidente da federação e hoje delator-chave das investigações.

O objetivo de Diniz era se manter a todo custo no comando da entidade, do qual poderia ser alijado em meio a contendas judiciais. Para tanto, Zanin teria sugerido a subcontratação de uma série de escritórios de advocacia, entre eles o de Eduardo. O delator afirma que, para garantir mais chances nos processos, os valores pagos eram 80% acima do mercado.

À época em que foi contratado pela Fecomércio, em 2014, Martins tinha como sócio Daniel Beltrão Rossiter Corrêa, procurador do Distrito Federal e atual chefe da companhia de saneamento local.

Ele foi consultor jurídico do governo Ibaneis Rocha, do MDB, e chegou a disputar pelo quinto constitucional uma vaga no Tribunal de Justiça do DF. Rossiter também é alvo da denúncia. Ele desfez a sociedade com Eduardo há quatro anos.

No processo da Fecomércio, Eduardo assina pouquíssimos requerimentos ao STJ. Mesmo assim, recebeu rios de dinheiro. Documentos da quebra de sigilo bancário obtidos por

O boom patrimonial do jovem advogado salta aos olhos. Em 2014, ele declarou 4,4 milhões de reais ao fisco. Em 2016, chegou a informar 22,4 milhões de reais em bens. Parte da cifra foi usada na compra de imóveis. Um deles, no valor de 2,7 milhões, com entrada de 1,4 milhão de reais.

Não bastassem as vultosas aquisições, a Receita não encontrou movimentações nas contas de Eduardo que sinalizassem a quitação desses imóveis. Na aquisição de um apartamento de 560 metros quadrados em Maceió por 3,2 milhões de reais, também não foram encontrados os pagamentos à empresa que vendeu o imóvel…”




 







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