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Chiliques autoritários na CPI da Covid viram bacanal

Os dois paspalhões travestidos de políticos sérios

Assistindo às sessões da CPI da Cloroquina, uma mancha sem dúvida na história do Senado Federal, não tem como não ficar decepcionado.

Chegamos à conclusão de que, enquanto não se fizer uma faxina em regra nas duas casas do Congresso Nacional, não teremos uma representação política autêntica, séria, na medida dos anseios do povo brasileiro.

O exemplo dado pelos senadores que integram a CPI é deplorável, especialmente o do presidente Omar Aziz, e do relator, Renan Calheiros.

Mas, que expectativa positiva se poderia ter de dois escroques da política nacional, cínicos e despreparados, cuja indicação para presidente e relator coloca em xeque a conduta dos senadores que votaram nos dois, mesmo cientes de que são envolvidos em vários casos de corrupção?

Como acreditar na seriedade de uma CPI conduzida por gente moralmente desqualificada e capaz de tudo para fazer prevalecer os projetos e ambições dos grupos que representam, utilizando a pandemia e suas trágicas consequência como instrumento de uma política suja que não obedece limites?

Se não querem investigar governadores e prefeitos corruptos que desviaram as verbas destinadas ao combate da epidemia do coronavírus, o que desejam Omar Aziz, Renam e seus asseclas?

Salta aos olhos de todos que o objetivo da CPI é atingir o governo Bolsonaro e pavimentar a estrada para o retorno da quadrilha de Lula ao poder.


Senhoras e senhores, vai começar o  espetáculo!

Não há quem acredite nos bons propósitos desses farsantes. Omar Aziz, que preside o Tribunal de Inquisição, foi indiciado pela Polícia Federal por envolvimento no desvio de recursos da Saúde e sua mulher foi presa.

Renam tem nove processos tramitando no STF, todos por conta de rapinagem de recursos públicos. Como acreditar nesses dois pústulas?

O grande erro do Senado, portanto, começou com a escolha dos dois para presidir e relatar a CPI. Se de fato quisesse investigar seriamente alguma coisa, teria escolhido para compor a Comissão pessoas acima de qualquer suspeita e focado, de início, nos desvios de recursos da Saúde que condenaram milhares de brasileiros à morte, por falta de respiradores ou de leitos de UTIs.

Criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito só para fazer politicagem com a pandemia, criando narrativas que não se sustentam contra o tratamento precoce e a favor do “fique em casa, vá ao hospital só quando sentir falta de ar”, é algo vergonhoso e revoltante. É uma patifaria!

Cientistas renomadas foram insultadas, agredidas, vilipendiadas na CPI por um bando de energúmenos que está no Senado não por mérito, mas por causa do lamentável mercado persa em que se transformaram as eleições no Brasil. Politiqueiros medíocres, sem currículo e com uma extensa ficha corrida.

Se a imagem do Senado já não era das melhores, imaginem agora com a desfaçatez dos principais protagonistas da CPI da Pandemia, com seus chiliques autoritários, agressivos, desrespeitosos, com aura de tiranetes, como se isso lhes desse alguma autoridade.

Lamentável, profundamente lamentável esse triste espetáculo!

 

Por José Olímpio Leite de Castro
Jornalista e escritor

 




 







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