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STF e as urnas eletrônicas

Quando postei um banner, recebi a informação do Facebook de que deveria acessar o site oficial do STF para encontrar informações oficiais sobre a eleição de 2022. Agora, eu pergunto: o que o Facebook tem a ver com o STF para se meter em uma simples postagem sobre as eleições.

Que interesses eles têm em comum: financeiros, ideológicos, políticos ou outros. Pois bem, não fui ao site oficial do STF simplesmente porque já tinha ido para pegar informações sobre a postagem. E foi exatamente no site do STF que soube que a Urna Eletrônica não guarda votos, mas apenas uma planilha que registra o seu voto aleatoriamente, de forma que ele nunca será conhecido.

Apesar de ter 71 anos, tenho razoável conhecimento de informática, porque quando li pela primeira vez sobre um microcomputador, comprei um TK-85, aquele que ainda era ligado ao uma tv preto e branco, que, provavelmente vocês nunca viram falar e li uns 30 livros sobre o seu funcionamento. Portanto, se para alguns aquelas informações publicadas no site do STF servem para garantir que a Urna Eletrônica é auditável e que o sistema eleitoral brasileiro é infalível, para mim mostram que a Urna nem é auditável e o sistema eleitoral brasileiro pode ser fraudado, desde que seja por aqueles que o comandam.

E aí, como resolver se aqueles que comandam o sistema são os próprios fraudadores? Simples. O Governo Federal, os Governos Estaduais, as Prefeituras Municipais são fiscalizados em suas ações, sobretudo as principais, por Tribunais de Contas.

Fui Secretário de comunicação do governo de meu inesquecível amigo governador Guilherme Melo e, poucos anos depois, fui chamado ao Tribunal de Contas para explicar alguns atos assinados por mim, e fui normalmente, acompanhado do competente amigo Baltazar Sobrinho, meu diretor administrativo na Secretaria, e cumprimos nossa obrigação.

O Tribunal ouviu minhas explicações, as do Baltazar e considerou os atos legais e fomos para casa com a consciência tranquila. Acho que o TSE precisa é de um Tribunal de Contas, talvez específico, com ministros escolhidos nos partidos e na sociedade, entre os quais especialistas em informática, mas especialista mesmo, para fiscalizar sua principal função, seu principal ato, as eleições.

Acontece que o STF não aceita ser fiscalizado, auditado, e impõe um sistema que não pode ser auditado, que apresenta o resultado através de planilhas e é presidido por ministros do STF escolhidos por presidentes e aprovados por senadores, isto, é, quem comanda as eleições no Brasil, pelo atual sistema, sempre será uma pessoa escolhida por um político e aprovada por um colegiado que é totalmente político, o Senado. Isto é, um político, que, por mais honesto que se declare, sempre será altamente inconfiável.




 







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